terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ausência.

Nunca imaginei que tudo ficaria tão vazio.
Não fazia ideia que sentiria tanto a sua falta.
Das suas quase ausentes palavras.
Do seu maravilhoso e encantador sorriso...
... seu riso... como eu adoro esse riso...
Das mãos: grandes, que além de segurar e apertar
parecem me amparar e envolver...
Não pensei que em tão pouco tempo eu estivesse tão imensamente envolvida.
Que em tão pouco tempo eu precisaria dizer-te:
Quero-te outra vez, e mais outra, e mais outra...
Tantas outras que possam matar essa saudade cruel e avassaladora que, neste momento,
toma conta do meu ser.