"(...) Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos, mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada."
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Vazio.
Escrever o quê? Para quê? De certa forma estou menos infeliz - e por isso mesmo, minhas palavras perderam o encanto. Sem sutilezas, nem realezas. Apenas vagas. Soltas. Só - Mais nada.
ah, pelo menos relaxou...
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